26 de fevereiro de 2011

O Sonho dos Ratos

Também recebi por e-mail... ótimo texto!

O SONHO DOS RATOS

Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma casa velha. Havia ratos de todos os tipos: gdes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade.
Mas ninguém ligava p/ as diferenças, pq todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade...
 O queijo estava imensamente longe pq entre ele e os ratos estava um gato... O gato era malvado, tinha dentes afiados e não dormia nunca. Por vezes fingia dormir. Mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse p/ fora do buraco p/ que o gato desse um pulo e, era uma vez um ratinho...Os ratos odiavam o gato.
Qto mais o odiavam mais irmãos se sentiam. O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato morresse...
Como nada pudessem fazer, reuniram-se p/ conversar. Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato e chegaram mesmo a escrever livros com a crítica filosófica dos gatos.Diziam que um dia chegaria em que os gatos seriam abolidos e todos seriam iguais. "Qdo se estabelecer a ditadura dos ratos", diziam os camundongos, "então todos serão felizes"...
- O queijo é gde o bastante p/ todos, dizia um.
- Socializaremos o queijo, dizia outro.
Todos batiam palmas e cantavam as mesmas canções.
Era comovente ver tanta fraternidade. Como seria bonito qdo o gato morresse! Sonhavam. Nos seus sonhos comiam o queijo. E qto mais o comiam, mais ele crescia. Pq esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminuem: crescem sempre. E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando: "o queijo, já!"...
Sem que ninguém pudesse explicar como, o fato é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato tinha sumido. O queijo continuava lá, mais belo do que nunca. Bastaria dar uns poucos passos p/ fora do buraco. olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era.
O gato havia desaparecido mesmo. Chegara o dia glorioso, e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria. Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum. E foi então que a transformação aconteceu.
Bastou a primeira mordida. Compreenderam, repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados. Qdo comidos, em vez de crescer, diminuem.
Assim, qto maior o número dos ratos a comer o queijo, menor o naco p/ cada um. Os ratos começaram a olhar uns p/ os outros como se fossem inimigos. Olharam, cada um p/ a boca dos outros, p/ ver qto queijo haviam comido. E os olhares se enfureceram.
Arreganharam os dentes.Esqueceram-se do gato. Eram seus próprios inimigos. A briga começou. Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato contínuo, começaram a brigar entre si.
Alguns ameaçaram a chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem. O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos:
“Qquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários p/ ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono”.
Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar esperando.Os ratinhos magros, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido.
O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo. Tinham todo o jeito do gato o olhar malvado, os dentes à mostra.
Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora. E compreenderam, então, que não havia diferença alguma. Pois todo rato que fica dono do queijo vira gato. Não é por acidente que os nomes são tão parecidos.
"Qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência!"
(Rubens Alves)
"Quase todos os homens são capazes de suportar adversidades, mas se quiser por a prova o caráter de um homem, dê-lhe PODER". (Abraham Lincoln )

24 de fevereiro de 2011

Charles Chaplin

CONTRA O PRECONCEITO

Mais um dos belos e-mails que os amigos compartilham comigo.

Contra o preconceito

Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.
'Qual o problema, senhora?', pergunta uma comissária..
'Não está vendo?' - respondeu a senhora - 'vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira'
'Por favor, acalme-se' - disse a aeromoça - 'infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível'
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
'Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar mesmo na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe'. E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:
'Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável'.
E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu: 'Portanto senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe...'
E todos os passageiros próximos, que, estupefatos assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.

'O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons...'

20 de fevereiro de 2011

O segredo das mulheres irem juntas ao banheiro

Recebi por e-mail e ri muito, vale a pena ler.

Só uma mulher consegue entender cada vírgula deste texto, mas os homens têm que ler para saber compreendê-las!!!!



Quando você TEM que ir ao banheiro público, você encontra uma fila de mulheres, que faz você pensar que  o Bradd Pitt deve estar lá dentro. Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de "estou me mijando".
Finalmente chega a sua vez, isso, se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar.
Você, então verifica cada cubículo por debaixo da porta para ver se há pernas.
Todos estão ocupados.
Finalmente, um se abre e você se lança em sua direção quase puxando a pessoa que está saindo.
Você entra e percebe que o trinco não funciona (nunca funciona); não importa... você pendura a bolsa no gancho que há na porta e se não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área.. o chão está cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali, então você a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o teu corpo, sem contar que você é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que você foi enfiando lá dentro, a maioria das quais você não usa, mas que você guarda porque nunca se sabe...
Mas, voltando à porta...
Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca "na posição".
Alívio...... AAhhhhhh.....finalmente...
Aí é quando os teus músculos começam a tremer ...
Porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.
Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça "jamais sente em um banheiro público!!!" e, assim, você mantém "a posição" com o tremor nas pernas...
E, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na tua própria bunda e molha até tuas meias!! Por sorte, não molha os sapatos. Adotar "a posição" requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, maaassss, para variar, o rolo está vazio...! Então você pede aos céus para que, nos 5 kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você pensa por um momento, mas não há opção...
E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freiá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita OCUPAAADOOOO!!!
Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abrí-la novamente (nisso, nós, as mulheres, nos respeitamos muito) e você pode procurar seu lenço sem angústia. Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e você guarda um, por via das dúvidas. Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo. É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar do soco que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas...
A lembrança de sua mãe, que estaria morrendo de vergonha se a visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público, porque, francamente, "você não sabe que doenças você pode pegar ali"
... você está exausta. Ao ficar de pé você não sente mais as pernas. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça!....
Você, então, vai à pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão. Você se lava na posição de corcunda de notre dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água... O secador, você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.
Você então sai. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, deixando tudo à mostra!
Nesse momento, você vê o seu amigo que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você.
"Por que você demorou tanto?"
pergunta o idiota.
Você se limita a responder
"A fila estava enorme"
E esta é a razão porque nós, as mulheres, vamos ao banheiro em grupo. Por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter "a posição" e a dignidade.
Obrigada a todas as amigas que já me acompanharam ao banheiro.

11 de fevereiro de 2011

É aqui junto ao chapéu

Uma musiquinha para alegrar o dia... tenho que escrever umas coisas que andam me passando pela cabeça mas ainda não deu tempo.

É Aqui Junto Ao Chapéu

Ângelo Franco
Composição: Ângelo Franco

É aqui junto ao chapéu...
É aqui junto ao chapéu que se carraga o pensar
Que se analisa o sentir e os rumos pra se tranquear
Aqui se esconde o sentido de tudo que um homem faz
E se define a vergonha que a cara pode estampar

Eu aprendi muito cedo matenando com o meu avô
Que o homem agente conhece no rastro que ele deixou
Que a história não perde nada e um dia o que se passou
Vem revelar a consciência que o sujeito carregou

O mundo tem olhos grandes não deixa nada passar
Enxerga o que agente planta e o que deixa de plantar
Um dia o fruto da alma de cada um vai vingar
Trazendo gosto à garganta conforme Deus ordenar

Eu sei que o povo gaúcho conhece a história que tem
E que o rio grande começa em cada homem de bem
Cada consciência é um caminho que pode ou não ir além
E só cuida pra aonde vai quem respeita de onde vem

Eu sei que o povo gaúcho conhece a história que tem
E que o rio grande começa em cada homem de bem
Cada consciência é um caminho que pode ou não ir além
E só cuida pra aonde vai quem respeita de onde vem

É aqui junto ao chapéu no nosso eu mais profundo
Que reside a diferença entre o seco e o fecundo
Existe larga distância entre o primeiro e o segundo
Entre os que mancham a história e os que constroem o mundo

6 de fevereiro de 2011

O Fofucho

Fui lá na mãe, deixei a porta do carro aberta e olha quem já estava pronto para viagem...





3 de fevereiro de 2011

HOJE É MEU ANIVERSÁRIO

Que dia legal, que Deus abençoe as pessoas iluminadas que alegraram o dia de hoje.


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28 de janeiro de 2011

Pedindo Emprego - ótima

Mais uma das relíquias que recebo por e-mail:

Pedindo emprego.


Um sujeito vai visitar um amigo Deputado e aproveita para lhe pedir um emprego para o seu filho que tinha acabado de completar o supletivo do 1º grau.
- Eu tenho uma vaga de assessor, só que o salário não é muito.
- Quanto doutor?
- Pouco mais de 10 mil reais.
- Dez Mil!!!!???? Mas é muito dinheiro para o garoto! Ele não vai saber o que fazer com tudo isso não, doutor!!!! Não tem uma vaguinha mais modesta?
- Só se for para trabalhar na Assembléia. Meio período e eles estão pagando só 7 mil!
- Ainda é muito doutor! Isso vai acabar estragando o menino!
- Bom, então tenho uma de consultor. Estão pagando 5 mil reais por mês, serve?
- Isso tudo é muito ainda, doutor. O Senhor não tem um emprego que pagasse uns mil e quinhentos ou até dois mil reais???
- Ter, até tenho, mas aí é só por concurso e é para quem tem curso superior, pós-graduação ou mestrado, bons conhecimentos em informática, domínio da língua portuguesa e conhecimentos gerais. Além do mais, ele terá que comparecer ao trabalho todos os dias...

25 de janeiro de 2011

Viver ou Juntar dinheiro?

Pois então, outro dia lendo a revista Você S/A fiquei impressionada com os jovens que conseguiram ficar milionários. Tipo assim, tinha um rapazinho lá que economizava quase todo o salário, então fiquei pensando e será que esse cara vive? Ou será que ele só trabalha, trabalha, trabalha? Porque se ele vive só pra trabalhar, que graça tem a vida, e pra que ele quer economizar tanto dinheiro se não tem tempo de viver?
Achei as dicas que eles deram e até as sugestões da revista como "você também pode ficar milionário", tudo muito absurdo, achei sem noção mesmo, parece que a revista queria impor que para ser feliz você tem que ser milionário aos 30 e que só é inteligente quem guarda dinheiro, quem investe e bla bla bla, mas acabei por me convencer de que eu penso pequeno, eu não tenho auto disciplina e etc...
Então outro dia recebi um e-mail com o título: "Viver ou Juntar Dinheiro?", quando li, lembrei de cara da tal matéria (de capa) da revista, e fiquei feliz por não ser a única a pensar que o dinheiro tem que ser usado, que não precisamos cair no endividamento, mas que uma pizza ou um supérfluo de vez em quando não mata ninguém.
Adorei mesmo o texto e recomendo, dizia no e-mail que é do Max Gehringer, mas não consegui confirmar.

Viver ou juntar dinheiro? (Max Gehringer)


Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei. Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na conta bancária. É claro que não tenho esse dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que esse dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

10 de janeiro de 2011

Romance de Flor e Luna

Está aí, a gravação é meio ruim, mas´acredito que é a primeira vez que foi cantado o primeiro dos romances o Romance de Flor e Luna, lindo, lindo, lindo.

Comunidade "De Flor e Luna" no orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=1508739



E aqui mais um capítula dessa hiostória, o Romance de quem aprende, interpretado por Jairo Lambari Fernandes na Sapecada da Canção Nativa, mais lindo ainda, foi uma apresentação de emocionar. Logo abaixo a letra.





ROMANCE DE QUEM APRENDE




Junto à cancela Rosa Flor firmava a cuia
E entre um mate olhava ao longe dois campeiros
Que nos seus baios vinham juntos pela estrada
Os seus Marianos pai e filho e companheiros.



Mariano Luna num bagual recém pegado
Bocal e rendas, um galope ia estendendo
Outro mariano, no seu baio cabos-negros
De rédea firme, espora curta ia aprendendo.



No corredor seguia o tempo lado a lado
Um domador pra mansidão de mais um potro
E um moço novo que entre prosas e conselhos
Batendo estribos, ia um cuidando o outro.



Rosa Flor entre um sorriso e uma angústia
Olhava os dois como a firmarem um compromisso
Lembrou de um tempo que passou já fazem luas
Quando esse moço era um piá no seu petiço.



Mariano Luna foi chegando pro galpão
Soltando o corpo pronto pra desencilhar
Mas o seu baio, por maleva ou assustado
Já quase manso quis pegar a corcovear.



Mas é aí que a vida encilha e cobra um dia
E o outro Mariano, chegou logo no bagual
E amadrinhando com olhar de quem já sabe
Firmou o baio, pela argola do bucal.



Mariano Luna se ajeitando nos arreios
Por que quem doma até por nada vai ao chão
Viu com seus olhos de confiança e satisfeito
Que suas palavras de saber não foram em vão.



Quem sabe o tempo, domador igual a tantos
Um dia entregue outros potros pra amansar
Vai um Mariano amadrinhando e outro domando
E Rosa Flor na mesma angustia de esperar.

4 de janeiro de 2011

Torneio Corredeira 2011

A virada de ano foi boa, tirando os tais fogos de artifício que eu tenho a maior raiva, detesto, odeio e acho a maior queimação de dinheiro sem objetivo nenhum, mas deixemos os fogos pra lá.
Passei o ano novo no torneio do CTG Clair Bitencourt na localidade de Corredeira em São José do Cerrito/SC. Eita lugar bonito aquele, e o torneio deu grande e bom, até fui no baile na sexta feira, e olha que minha perna nem reclamou muito, rsrs.
Segue abaixo algumas fotos do torneio:























PROVA DO COURO







Novos rumos

Simplicidade de Mãe e novos rumos no blog

Queridos leitores, eu fiquei um bom tempo afastada do blog, com muitas ideias e assuntos para escrever, mas sem tempo. Em primeiro lugar, p...

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