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24 de setembro de 2013

O Poder dos Quietos

Descobri esse livro passeando pela internet, e ao ler a sinopse e as críticas sobre ele, fiquei muito interessada.
Na página do livro no facebook há um vídeo de uma palestra da autora, com legendas em português. Assisti o vídeo e ao final só pude pensar uma coisa: Finalmente alguém está falando o que eu sempre pensei.
Eu, como introvertida que sou, concordo plenamente com o que Susan expõe na palestra.  E aplaudo de pé.
Demorou tanto para que alguém se manifestasse contra essa cultura idiota do culto ao extrovertido, de adoração àqueles que preferem o palco.Essa exigência de mudança aos que preferem não chamar atenção. Essa exigência de que você tem que sempre estar rodeado de pessoas e conversar o tempo todo.
Essa vontade maluca que as pessoas tem conversar, falar, falar, falar... não compreendo isso muito bem!
Ainda não comprei o livro, mas está na minha lista.

"Mas cometemos um erro grave ao abraçar o Ideal da Extroversão tão inconsequentemente. Algumas das nossas maiores ideias, a arte, as invenções - desde a teoria da evolução até os girassóis de Van Gogh e os computadores pessoais - vieram de pessoas quietas e cerebrais que sabiam como se comunicar com seu mundo interior e os tesouros que lá seriam encontrados. Sem introvertidos, o mundo não teria: A teoria da gravidade, A teoria da relatividade, “O segundo advento”, de W.B. Yeats, Os noturnos de Chopin, Em busca do tempo perdido, de Proust, Peter Pan 1984 e A revolução dos bichos de George Orwell, O Gato, do Dr. Seuss, Charlie Brown, A lista de Schindler, E.T. e Contatos imediatos de terceiro grau, de Steven Spielberg, O Google, Harry Potter... "
Susa Cain - O poder dos quietos

"Já na apresentação do livro, Max Gehringer, colunista e cronista do mundo corporativo, diz: “Ao buscar líderes em seus quadros, a maioria das empresas parece confundir liderança com autopromoção e exuberância”.
 (...)
O livro vai contra uma corrente que prevaleceu durante muito tempo no mundo corporativo: a aquela que prega a mudança do “eu trabalho” para o “nós trabalhamos” e que recomenda derrubar paredes, acabar com as salas individuais – algo que fez o empresário Ricardo Semler vender milhares de exemplares do livro “Virando a Própria Mesa”, nos anos 1980. Para a autora, “escritórios abertos reduzem a produtividade e enfraquecem a memória”. O excesso de estímulos impediria a aprendizagem. E vai além: reuniões de brainstorming não funcionam. "

Fonte: Edson Pinto de Almeida | Valor Econômico
Retirado de: Revista Digital




  No vídeo Susan cita 3 pontos:

1 - Parem com a loucura de trabalho em grupo constante. Precisamos mais de privacidade.
2 - Vão para a natureza. Façam como Buda e tenham suas próprias revelações. Precisamos 'desligar' e ir para dentro das nossas cabeças mais frequentemente.
3 - Olhem para dentro das vossas malas, e vejam por que possuem isso lá. (Aqui ela se refere à parte que conta que fez as malas para ir para um acampamento de férias, e as encheu de livros).

29 de setembro de 2011

Ambiente de Trabalho - Caverna do Dragão

 

Ambiente de trabalho
= Caverna do Dragão: O escritório geralmente fica num lugar sinistro pra caramba, geralmente no subsolo, cheio de perigos para chegar, onde você nunca sabe como chegou e tem que penar para sair. Na verdade quando você entrou nele parecia um parque de diversão, mas na verdade é o lugar onde você vai passar por todo tipo de perrengue antes de voltar pra casa!



Chefe I= Mestre dos Magos: Responsável por te colocar nas maiores enrascadas, sempre aparece do nada, pergunta umas paradas nada a ver, não tem reposta para nenhuma de suas perguntas, nunca ajuda e por ele você não sai nunca da Caverna do Dragão. Dizem que ele tem um poder e conhecimento ilimitado, mas você nunca vai ver em utilização. Se é que é verdade mesmo…


Chefe II= Uni: Só faz volume no grupo, não tem nenhuma habilidade especial, não sabe falar (nem escrever), precisa ser salva a toda hora colocando a equipe toda em perigo. Na verdade ninguém sabe porque eleestá no grupo, e sempre tem um que quer se sacrificar para ajudá-la.


Supervisão= Vingador: Como se não bastasse o Mestre dos Magos para encher o saco, o Vingador (que não tem nada a ver com você ou com seus problemas) vem toda hora te torrar a paciência, aumentando suas tarefas (ou enrascadas) e tentando te aterrorizar com prazos e atividades que você não pode cumprir. Na verdade a função principal dele ninguém sabe direito, mas é um dos seres mais temidos da Caverna do Dragão, que sempre aparece na hora errada e quando aparece você sabe que vem encrenca…


Equipe de Peões I = Eric, Diana e Presto: Tem um que sempre quer se defender de tudo quanto é bucha (com o escudo) e está sempre reclamando por isso, outro que é obrigado a fazer mágica para cumprir a demanda (com o chapéu), e no final todo mundo acaba tendo que pular todos os processos (com o bastão) para tudo voltar a funcionar….


Equipe de peões II= Hank, Sheila e Bobby: Sempre precisa conseguir fazer qualquer coisa (arma, defesa, corda, rede) com apenas um arco e flecha e tem sempre um novato que vem e acaba quebrando tudo o que funcionava perfeitamente (com o tacape). E a Sheila? Digamos que sempre tem um que desaparece quando mais se precisa…




Cliente= Tiamat: No fundo, só quer ter um pouco de sossego. É gigante e poderoso. A Uni (gerente) acha que ele vai comê-la, por isso se caga de medo e perde a voz perto dele, o Vingador (Supervisor) que se acha o maioral, também treme na base e acaba cedendo a tudo o que ele pede, o Mestre dos Magos (Chefe) não ajuda em nada mesmo, só fica perguntando coisas sem sentido e some quando se precisa dele, e sempre sobra para a equipe (Peões I e II) se f*#% para vencê-lo a qualquer custo… E depois, com todo mundo cansado e sem paciência, o Mestre dos Magos e o Vingador voltam para trazer mais um desafio antes de te deixar voltar para casa…
  

10 de agosto de 2011

A executiva bem sucedida

Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.

Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas.Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:


- Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?

- No céu.

- No céu?...

- É.

- Tipo assim... o céu, CÉU...! Aquele com querubins voando e coisas do gênero?

- Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.

Apesar das óbvias evidências nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular, a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.

Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.

E foi aí que o interlocutor sugeriu:

- Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.

- É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?

- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.

- Assim? (...)

- Pois não?

A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.

Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho:


- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...

- Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio?

- Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo 'executiva'?

- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.


Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.


- Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistêmica.


- É mesmo?


- Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?


- Ah, não sabemos.

- Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.





- Que interessante...

- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.


- !!!...???...!!!...???...!!!


- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista... Ele existe, certo?


- Sobre todas as coisas.


- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir
manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, me parece extremamente atrativo.

- Incrível!


- É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar em um Turnaround radical.


- Impressionante!


- Isso significa que podemos partir para a implementação?


- Não. Significa que você terá um futuro brilhante... se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno...


Max Gehringer
(Revista Exame)

28 de julho de 2011

O FATOR MAIS PODEROSO

Recebi esse texto por e-mail, e não citava a fonte, parece muito com o que diz aquele livro "O Segredo", mas não consegui confirmar se é parte do livro, mesmo assim fica a postagem por ser um ótimo texto, vale a pena ler e refletir.


SEJA RICO AQUI E AGORA!
- O Universo é originalmente rico e dotado de todos os recursos materiais necessários à sobrevivência e ao crescimento financeiro de todos. Contudo, alguns prosperam, enquanto outros levam uma vida com dificuldades financeiras.
- O sucesso, a prosperidade e a abundância dependem de uma complexa combinação multifatorial que envolve, entre outros aspectos:
Carma, Magnetismo pessoal, Coeficiente de Luz, Investimento em educação e Planejamento financeiro.
De todos esses fatores, o que é considerado como mais poderoso por todos os estudiosos e pesquisadores é o Magnetismo pessoal.
 
Esse Magnetismo corresponde a uma emanação energética que resulta principalmente da postura mental que o indivíduo mantém sobre si e sua vida a maior parte do tempo e é capaz de potencializar e até mesmo se sobrepor aos demais fatores. Abaixo, dicas poderosas para o aumento do Magnetismo Pessoal e o conseqüente aumento do fluxo da prosperidade:

1) DESCONECTE-SE DOS PADRÕES MENTAIS E ENERGÉTICOS ASSOCIADOS À POBREZA E DÍVIDAS:
Não se trata de incentivo à alienação. Contabilize suas dívidas, sim, e pense sobre como pagá-las, mas é importante que se estabeleça uma autovigília constante para evitar que se permaneça engessado na energia dos problemas financeiros o tempo todo.
Alguns padrões mentais exercem um efeito potencialmente nocivo sobre o magnetismo pessoal, tais como:
      1. Não se achar merecedor ou capaz de prosperar;
      2. Considerar a prosperidade financeira como sinônima de infelicidade;
      3. Medo da falta, da escassez, da pobreza;
      4. Sentir-se um eterno endividado;
      5. Mágoas de pessoas que dificultaram ou impediram seu crescimento;
      6. Idéias fixas de associação da prosperidade a uma única possibilidade, como por exemplo, a resolução de um processo judicial, a aprovação em um concurso público específico etc.
Esses são apenas alguns dos estados de consciência que mais freqüentemente atrapalham a manifestação da abundância.
2) GRATIDÃO:
Agradeça a tudo que possui de material nesse momento!
Tire o foco do que não possui, assim como das coisas que deseja conquistar um dia! Isso ajuda!
Comece a agradecer as bênçãos mais simples, como o fato de ter olhos para ler esse artigo agora!
Muito do que já temos parece pouco sob o olhar ávido por crescimento financeiro, mas poderia significar muito para aqueles que não o possuem.
Não se trata de fomentar a mediocridade, induzir ao contentamento com pouco, nivelar por baixo, e sim,
olhar e enxergar com clareza as bênçãos que você já recebeu do universo.
A energia desse estado de consciência de gratidão é poderosa na ancoragem de um Magnetismo pessoal de plenitude,
pois na medida em que você se sente grato e pleno com o que possui no momento,
sintoniza com a energia de abundância imanente no Universo.
Em suma, antes mesmo de pensar em atrair o que deseja, deve manifestar gratidão pelo que já se tem,
por melhor ou pior que seja no momento.
Para se entregar a esse sentimento se desconecte até da preocupação intensiva em solucionar os problemas atuais. 3) CONEXÃO COM AS SOLUÇÕES:
Independente da natureza ou complexidade dos problemas que atrapalham o fluir da abundância,
sempre existe mais de uma solução, por mais difícil que seja enxergar.
São exemplos de soluções:
      • promoção de cargo no seu emprego atual,
      • encontro de um novo emprego ou oportunidade,
      • venda de um imóvel,
      • conclusão de um processo judicial,
      • aumento das vendas e do faturamento,
      • ampliação da carteira de clientes etc.
É importante se permitir, ainda que por alguns minutos, se conectar com a energia dessas soluções.
Em estado de relaxamento, se imagine já alcançando seus objetivos, depositando o máximo de emoção que puder.
É importante também pedir aos nossos mentores espirituais que auxiliem a despertar todos os talentos ocultos,
pois que embora esteja buscando crescimento em direção a um determinado caminho, poderia crescer mais em outro,
relacionado a algum talento não enxergado e desenvolvido, ou até mesmo desenvolver esse outro rumo em paralelo ao atual,
até que se possa optar por uma mudança definitiva.

4) SINTA-SE RICO E AJA COMO RICO DESDE JÁ!:
Não se objetiva com essa fala incentivar o consumismo, a irresponsabilidade ou o aumento do endividamento.
Pode-se atingir esse objetivo com atitudes simples.
Pare de reclamar, lamentar-se!
Pare de guardar desnecessariamente roupas, acessórios, objetos e utensílios domésticos!
Desfaça-se daqueles que você não pode ou não quer mais utilizar!
Isso é energia estagnada!
Utilize com mais freqüência aqueles que você reserva para ocasiões especiais!
Faça do hoje um dia especial!
Isso é prosperidade!
Dentro das possibilidades financeiras, reserve recursos para o Lazer.
Descontração e alegria sintonizam com a abundância!
Por pior que seja a crise, sempre existe uma alternativa acessível, próxima e simples.
Não pode assistir ao show daquela banda internacional ou ir ao teatro assistir aquela comédia que iria alegrá-lo,
busque uma alternativa mais popular, ou simplesmente convide aquele amigo mais animado para um chopp ou suco no barzinho da sua rua.
Permita se alegrar, rir, descontrair.
Se você dispõe de algum recurso financeiro e teme utilizá-lo, com medo da escassez no amanhã,
reflita sobre o quanto realmente precisa economizar e o quanto pode dispor desse recurso hoje ,
para lhe trazer alegria, satisfação, compreendendo que reativando esse fluxo de prosperidade,
pode viabilizar o acesso a maiores oportunidades de ganhos,
ao passo que o foco no medo pode atrair fatores que contribuirão para a dissipação de suas reservas.
Mais importante que o caminho é o caminhar.
A conscientização sobre a necessidade de mudar é um importante passo.
É necessário enxergar que reclamar do estado atual, ou apontar culpados como o Governo, a Crise Mundial, o Judiciário, familiares, antigos ou atuais companheiros de relacionamentos afetivos, dentre outros, de nada contribuirá para melhorar, ao contrário.
Enxergue com clareza as mudanças necessárias, esforce-se para promovê-las e, acima de tudo,
mesmo que não represente a realidade concreta, permita-se ainda que por alguns instantes se desligar dos problemas,
conectar com a energia das soluções e SER RICO AGORA!
Pensar e se comportar como RICO!
Com certeza, dessa forma irá sintonizar com toda energia e sabedoria do Universo necessárias ao seu sucesso.
Sonhe....sonhe muito....que um dia seu sonho se realiza...
 

 

3 de setembro de 2009

Workaholic

Esse texto foi retirado do site: http://www.guiarh.com.br/z41.htm é ótimo!!!
O sucesso a qualquer preço

Você já ouviu falar em workaholic ?
É uma expressão americana que teve origem na palavra alcoholic (alcoólatra).
Serve para denotar uma pessoa viciada, não em álcool mas em trabalho.

As pessoas viciadas em trabalho sempre existiram, no entanto, esta última década acentuou sua existência motivada pela alta competição, necessidade (talvez mais adequado seria dizer obsessão) por dinheiro, vaidade, sobrevivência ou ainda alguma necessidade pessoal de provar algo a alguém ou a si mesmo(a).
Como resultado da influência de uma pessoa viciada em trabalho pode-se perceber geralmente alguns fatos interessantes: o primeiro deles é que este tipo de pessoa geralmente não consegue se desligar do trabalho mesmo fora dele, acaba por deixar de lado seu parceiro(a), filhos, pais, amigos, aliás, os melhores amigos passam a ser aqueles que de alguma forma tem ligação com seu trabalho.
De outro lado, este tipo de pessoa sofre por trazer para si uma qualidade de vida muito ruim, pois as pressões do dia-a-dia e a auto cobrança exagerada fazem com que este tipo de profissional tenha insônia, surtos de mal humor, impotência, atitudes agressivas em situações de pressão ou desconformidade (com os resultados que ele esperava) e pode-se chegar a ter depressão, entre outros efeitos danosos.
Mas uma das mais severas conseqüências é o medo de fracassar. Este medo condiciona e impulsiona o viciado a estar tentando sempre mais e cada vez mais forte e mais concentrado na busca por resultados.
A palavra fracasso causa arrepios neste profissional.
Tenho um amigo que foi viajar de férias com a família para o litoral.
Sol forte, bronzeador, cadeira de praia, água de coco do lado e no colo o notebook. Foram 11 dias da mesma forma.
Não estava de férias, apenas estava trabalhando de sunga e ao ar livre. Sua esposa indignada e farta da situação, em um acesso de fúria tomou o notebook de suas mãos e atirou no mar, resultado: a separação rondou bem perto.
A mulher saiu de casa com as crianças e só aceitaria voltar se ele pudesse ter mais tempo para a família.
Este meu amigo de repente se viu em uma situação cômoda, afinal poderia trabalhar até em casa, pois a esposa não estava lá para “incomodar” segundo ele.
Foram mais de 40 dias nesta situação, e ele começou a achar aquela vida boa, pois agora sim tinha tempo para se dedicar “mais” ao trabalho.
No entanto aconteceu um fato que mudou a história toda, sua esposa ligou certa noite, já bastante tarde para avisa-lo de que o filho menor de 2 anos não estava bem, ele ficou preocupado, pediu a ela que o levasse ao médico, mas não foi ver o garoto.
No dia seguinte a esposa voltou a ligar pedindo a ele que passasse no hospital pois o filho tinha ficado internado e estava fazendo uma bateria de exames.
O filho não tinha nenhuma doença, apenas saudade do pai. Quando este amigo ouviu isto da boca da própria criança é que pode entender que estava trabalhando para ter uma vida melhor, mas tinha deixado de lado as pessoas mais importantes da sua vida.
Neste dia ele viu seu filho de apenas dois anos adormecer na cama de um hospital segurando com sua pequena mão um dos seus dedos, e pode perceber que aquele pequeno e indefeso ser já tinha dois anos e ele não percebeu, não tinha notado que estava deixando de lado uma das razões da sua vida, talvez a mais importante. Hoje trabalha menos, ganha menos, mas vive melhor com a família.
É preciso ter ambição, querer crescer e prosperar, mas na dose certa. A ambição na dose certa funciona como algo propulsor, mas exageradamente pode levar a um comportamento compulsivo, exagerado. Como diz o meu pai, tudo de mais faz mal, até água.
Todos querem ter uma história de sucesso, mas muitos dedicam mais de 12 horas por dia a este intento, e acabam não aproveitando o fruto do seu trabalho, os resultados que aparecem servem de degrau para se querer ir além, sem ao menos desfrutar do que já se conseguiu.
É uma bola de neve, quem é viciado em trabalho acaba perdendo os amigos que já não o procuram porque sabem que não tem tempo. A família acaba criando um outro ritmo de vida alheio ao mundo do viciado, brigas, discussões acabam ocorrendo. O pior é que a tendência como em qualquer vício e dilatar as doses do veneno é como alguém que começa a fumar, no começo fuma um, dois, cinco, depois de algum tempo já esta fumando uma carteira, em casos extremo pode chegar a três carteiras por dia ou mais.
Segundo estudos a felicidade, o bem estar é que são geradores de produtividade, os viciados em trabalho perdem ao não conseguirem tempo para abstrair, pensar na própria vida, conseguir olhar de lado, corrigir os erros e os caminhos, afinal se o caminho tomado foi o errado, por mais que se corra, só se estará indo mais longe só que para a direção errada.
Sempre é possível administrar as nossas “outras vidas” fora do trabalho.
Pode parecer lugar comum, mas quantidade não significa necessariamente qualidade, e a maioria dos viciados não consegue perceber ou distinguir esta diferença que apesar de óbvia não é seguida. O equilíbrio ainda é o melhor caminho, afinal existe tempo para se viver e tempo para se morrer, aqueles que estão envolvidos de forma tão contundente em seu trabalho que não perceber mais nada a sua volta, de certa forma são mortos vivos.
Tem uma estória que recebi por e-mail e que creio ser muito interessante:
Certo dia o pai chega em casa cansado de mais um dia de trabalho. Seu filho de 6 anos o esperava na sala.
Assim que o homem entrou pela porta já ouviu a voz do garoto perguntando:
“Pai quanto o senhor ganha por hora?”
Por que quer saber – perguntou o pai.
Por que sim oras!
Eu ganho 8 reais por hora.
Hummm, então me dá dois reais? – pediu o filho
O pai ficou furioso e atacou:
“Ah então é por isto, seu pequeno interesseiro, que saber quanto eu ganho para me pedir dinheiro, vá já para sua cama”.
Após algum tempo o pai se acalmou e percebeu que tinha sido duro demais com o filho.
Foi até o quarto do garoto e o acordou e disse: “Me desculpe fui muito severo com você, tome aqui os dois reais”
O menino pulou radiante da cama, pegou os dois reais e correu para abrir a gaveta de sua cômoda e tirar de lá um punhado de moedas e algumas notas de dinheiro bem amassadas.
Correu ao encontro do pai e disse – Pega
O pai sem entender nada quando ia perguntar o motivo de tal atitude o filho emendou:
Aqui tem oito reais e 13 centavos, você pode me vender uma hora do seu tempo para nós brincarmos.
Saiba entender os motivos que o levam a trabalhar.
Aprenda a desfrutar daquilo que já conquistou.
Sempre é possível ter tempo para as coisas importantes da vida, mas geralmente gastamos 70, 80% do nosso tempo em coisas menos significativas.

Trabalhar só tem um sentido: ter uma vida melhor hoje, e não amanhã. O amanhã pode não chegar, por isto aproveite hoje.

Não podemos trabalhar ao ponto de perdermos de vista nossos desejos, anseios e necessidades.
Não podemos ser escravos do trabalho ou do tempo, eles servem como meios de nos proporcionar uma vida melhor.
“O que tiver que fazer faça bem feito, afinal, você estará trocando um dia de sua vida por isso”.

Fábio Luciano Violin, junho/2003
Mestre em Estratégias e Organizações - UFPR
Especialista em Planejamento e Gerenciamento Estratégico - PUC-PR
Professor universitário, palestrante e consultor de empresas.

14 de maio de 2009

7 tipos de colega de trabalho


Os 7 tipos de colegas de trabalho quenos tiram do sério

Gente irritante existe em toda parte. Mas quando ela fica sentada bem do seu lado das 9 às 6... Haja paciência!
Na maioria das vezes, a melhor forma de lidar com alguém de dar nos nervos é manter-se a quilômetros de distância. “Mas no trabalho não é possível escolher quem vai passar o dia do seu lado”, observa a estrategista de marketing Rachel Weingarten. “E você não pode ignorar um elemento da equipe porque isso afetará sua carreira.” É, minha cara, sinuca de bico. Verdade que colegas irritantes acabam por ser descobertas cedo ou tarde. “Via de regra, ou vão encontrar outro emprego ou você vai”, lembra Sheila Heen, autora de Conversas Difíceis (Alegro). Agora, enquanto esse dia não vem... nada de tratar todos os seres inoportunos do escritório da mesma forma. Aqui, ensinamos algumas táticas para você tirar de letra o convívio com sete tipos bem comuns, sejam eles homens ou mulheres.
A Fofoqueira
A mulher sabe tudo — desde quem está tendo um caso até quem será o próximo a ir para a rua. Ser a presidente da Central de Informações do Escritório faz com que se torne divertida. No entanto, fique atenta. Já percebeu que a moça também mostra muito interesse pela sua vida? Vai dizer que ela nunca lançou perguntas como “Quem era aquele com quem você estava almoçando?” Como neutralizar a tal Tente distraí-la em vez de perder seu tempo explicando o mal que a língua solta dela provoca — a fulana acabaria tachando você de quadrada e a envolvendo na próxima história fantasiosa que inventar. Quando a maricota começar a tricotar sobre a vida amorosa do chefe, volte o foco para casais famosos como Angelina Jolie e Brad Pitt. Outra tática é convencê-la de que você tem uma rotina desinteressante, entregando os detalhes mais mornos possíveis. Vale descrever como passou o fim de semana todo ajudando os pais a se mudar de casa ou contar o que fez para se livrar de traças que invadiram seu armário. “Não é apetitoso fofocar sobre alguém normal”, diz Rachel.

A Falsa
Em princípio, seus comentários quase sempre soam como elogios. Quase: “Adoro a forma como você se coloca nas reuniões... Fala o que pensa sem se importar com o que os outros vão achar. Quem mais teria coragem para fazer isso?” Não é à toa que sua voz interior fica buzinando no seu ouvido: “Cuidado com ela! Esse sorriso não inspira confiança...” Como neutralizar a tal “Nada atinge mais uma colega maliciosa do que ser tachada de boazinha”, garante Rachel. Por isso, a atitude esperta é entrar no jogo e também fingir que a preocupação hipócrita dela é sincera. “Mesmo que seja difícil, olhe para a sicrana e diga: ‘Nossa, obrigada por perceber! É verdade, eu sou bastante direta e defendo meus pontos de vista!’
A perfeitinha
Ela cozinha e traz bolos deliciosos para o escritório. Quando arquiva um relatório, usa código de cores e capa brilhante. Em reuniões, está sempre cheia de iniciativas e idéias para novos projetos. E mais: sempre com as unhas feitas e sem um fio de cabelo fora do lugar! Arg! Como neutralizar a tal? Entenda que, provavelmente, ela não deseja irritá-la nem se sobrepor a você. “Bem capaz que deseje apenas mostrar que é valiosa para a equipe”, diz Sheila. Para fazê-la baixar um pouco a mania de perfeição, basta falar que, apesar de admirar sua paixão pelo trabalho, ajudaria bastante se ela discutisse os novos planos com quem estiver diretamente envolvido antes de levá-los a reuniões maiores. Dessa forma, ninguém terá de lidar com deadlines irreais ou com mudanças súbitas na agenda. Lembre-se ainda de dar à garota o devido crédito por seu esforço. “Talvez ela queira se destacar por medo de não ser vista ou valorizada por suas contribuições. Ao se sentir mais segura, vai relaxar”, garante Sheila.
A ladra de idéias
Essa colega tem a capacidade de se apropriar do seu projeto brilhante e fazer com que pareça que foi dela. Pior: a moça age assim nas reuniões do grupo. Assim que você começa a falar sobre uma nova idéia ao chefe, a fulana passa a discorrer sobre o mesmo assunto e revela como havia pensado justamente naquilo na semana anterior! E a dissimulada é tão convincente que, em um piscar de olhos, todos esquecem quem era a verdadeira idealizadora. Como neutralizar a tal? Escreva, documente tudo o que criar. Quando tiver uma grande idéia para apresentar, mande por e-mail para várias pessoas. Assim, vai gerar evidências concretas do seu trabalho, com data e hora. Se planeja surpreender o chefe durante uma reunião, leve material impresso rico em detalhes. E cultive um canal de diálogo com ele. “Quando você vende suas contribuições diretamente ao superior, essa colega acaba tendo pouco impacto no seu sucesso”, diz Caitlin Friedman, autora de Mulheres no Comando (Verus).
A grudenta
A moça se senta bem perto da sua mesa e conta tudo sobre a vida dela. Fala sobre o namorado que vive aprontando, sobre a vizinha que a incomoda... Sempre em diálogos intermináveis, enquanto você tenta fechar aquele relatório urgente. Como neutralizar a tal? Limite as expectativas da garota. É impossível ignorá-la, mas você pode determinar quando e por quanto tempo socializar. Então, da próxima vez que encontrá-la perto da máquina de café, puxe o freio de língua antes de a moça começar a desfiar a novela de idas e vindas com o companheiro cafajeste. “Diga algo como ‘Isso parece muito difícil mesmo. Eu queria poder dar mais atenção, mas hoje não dá. Que tal um almoço um dia desses para a gente conversar melhor?’”, sugere Sheila Heen.
A folgada
Não é que ela não faça nada. Afinal, paga suas contas pela internet, planeja a viagem do feriado... Só não atua muito pela empresa. A moça tem habilidade para evitar que o trabalho chegue à mesa dela, esquivando-se com desculpas como “Ah, você deveria falar com a Carol, ela sabe tudo sobre esse assunto”. Como neutralizar a tal? Pare de fazer as tarefas dela. Combine com a chefia quem ficará responsável por cada atividade. Se não funcionar, fale com seu superior. Você não precisa necessariamente denunciar a tal. Buscar um conselho já basta. “Vale comentar: ‘Estamos com dificuldade para conseguir que fulana entregue seu trabalho no prazo e não sei como lidar com essa situação’”, sugere Sheila. Boa sorte!
A reclamona
Na visão da garota, o café é fraco; o gerente, sem noção. Ninguém percebe quanto ela se dedica pela empresa... Socorro! Ficar na companhia dessa colega não só é deprimente como também prejudica a sua imagem. “Afaste-se da reclamona, sob pena de acabar sendo demitida”, alerta Caitlin. “Esse tipo é geralmente o primeiro a ser mandado embora no caso da entrada de um novo superior. Não a deixe levá-la junto.” Como neutralizar a tal Esbanje o que ela não suporta: otimismo. Da próxima vez que a ranzinza começar a listar os defeitos da empresa, responda com frases como “Vamos ver pelo lado positivo!” Ela sairá de cena rapidinho. Ao notar que você não está entrando no jogo, vai procurar outro ouvinte.


26 de abril de 2009

Segunda Feira - eu sou normal e também a Odeio!

Segunda-Feira é coisa de COMUNISTA!!!
Vá marchar antes que a URSS venha te botar na linha!

Odeio segundas-feiras!! Garfield sobre Segunda-Feira

As segundas-feiras são tão horríveis, que fazem até o domingo ficar chato. Alguém sobre Segunda-Feira

É UMA CILADA, BINO!!! Pedro do Carga Pesada sobre Segunda-Feira

Segunda-Feira. O sol brilhava, as crianças na praça: "Mamãe! Mamãe!" Eu estava no ônibus 433, 433, 433........ Rogério Skylab sobre Segunda-Feira

Segunda-Feira, segundo os maiores estudiosos em bar, é o pior dia da semana. Começa com uma enorme dor-de-cabeça e tremendo esporro do patrão.

Outra opinião formada por aqueles que coçam o saco é que a Segunda-Feira é como qualquer outro dia da semana, não fazem nada e mais nada mesmo. Otimistas dizem que a Segunda-Feira é o melhor dia da semana, porque é o dia que está mais longe da próxima Segunda-Feira.

Odeio segundas-feiras!! Eu sobre Segunda-Feira

Odeio segundas-feiras!! você sobre Segunda-Feira

AMOOO segundas-feiras!! idiota sobre Segunda-Feira

Odeio segundas-feiras!! qualquer um sobre Segunda-Feira

Mas a verdade é que Segunda-Feira não existe. Pelo menos não na natureza. É uma doença caracterizada por saco cheio, dor de cabeça, afasia baiana e uma vontade incontrolável de fazer porra nehuma. Os sintomas só desaparecem integralmente ao primeiro minuto da tarde de sexta-feira.
Histórico
Esse pseudo-dia foi criado por um homem que não tinha nada melhor pra fazer na Inglaterra no início do Século X.
John Garfield, um inglês meio gordo, preguiçoso e comilão, resolveu criar um dia especial para que os empregados da sua fábrica trabalhassem ainda mais.
A semana tinha só 6 dias, e o Domingo era o dia de descanso. Garfield ficava em casa, vendo TV e navegando na internet, quando percebeu que seus lucros não eram altos o suficiente.
Descobriu, num lampejo de inteligência único e jamais repetido, que bastava criar mais um dia.
O jovem abestado gritou "Estrume!" (Eureka em inglês) e desenhou um novo Calendário, com algumas anotações embaixo.
Toda Semana, a partir de agora, terá 7 dias, sendo o Domingo o dia de descanso e a Segunda-Feira, novo dia criado, o Dia do Repensamento. Ou o dia em que você quer descansar mas tem que trabalhar.
O repensamento nada mais é do que o arrependimento dos pecados cometidos durante a semana.
O interessante é que, ao mesmo tempo que as pessoas foram condenadas a se arrepender dos pecados nessa tal de Segunda-Feira, elas também foram punidas já que esse dia também é o dia de Murphy.
Mas o destino aplicou uma grave peça no ilustre Senhor Garfield.
Na primeira Segunda-Feira do novo calendário, Garfield sofreu uma série de acidentes bizarros que culminaram com sua morte, que ocorreu após ter sido ele atropelado por um burrico com sarna, o que hoje seria algo como ser atropelado por um fusca rosa.
Além disso, milhares de anos depois, uma personagem de história em quadrinhos foi criada com seu nome.
E ele odeia Segunda-Feira.
Há quem defenda outras teses. As Segundas-Feiras foram feitas para que todos se lembrassem que, afinal de contas, existem a Sexta-Feira, o Sábado e o Domingo. Essa seria a razão porque a maioria dos bares não abre às Segundas. Mais recentemente, de um sacolejo epistemológico da transdisciplinaridade, surgiu a interpretação temporo-espacial criada da menáge a trois entre a Biologia, a História e a Sociologia que desconstrói o calendário e afirma que a obrigatoriedade do trabalho nas Segundas-Feiras tem sido uma medida anticoncepcional simples e eficiente. Porque não tem quem não broche na noite de Domingo sabendo o que vem no dia seguinte.

tirado do site: www.desiclo.pedia.ws/wiki/segundafeira






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