28 de fevereiro de 2011

Se for mentir minta direito!!!

A executiva saiu do escritório, encontrou seu colega no ponto de ônibus e caía a maior chuva. Ela parou o carro e perguntou:

- Você quer uma carona?
- Claro.... respondeu ele, entrando no carro.
Chegando ao edifício onde ele morava, ela parou o carro para que ele saísse e ele a convidou para entrar no seu apartamento.
- Não quer tomar um cafezinho, um whisky, ou alguma coisa?
- Não, obrigada, tenho que ir para casa.
- Imagine, você foi tão gentil comigo, vamos entrar só um pouquinho.
Ela subiu, atendendo ao pedido do colega.
Ao chegarem no apartamento, ela tomava seu drink enquanto ele foi para o quarto e voltou todo gostoso e perfumado. Depois de alguns gorós, quem pode agüentar??
Ela caiu, literalmente na tentação.
Transou com o colega e acabou adormecendo. Por volta das 4:00 hs da manhã, ela acordou, olhou no relógio e levou o maior susto. Aí pensou um pouco e disse ao colega:
- Você me empresta um pedaço de giz?
Ele entregou-lhe o giz, ela pegou, colocou atrás da orelha e foi pra casa.
Lá chegando, encontrou o marido louco de raiva e foi logo contando...
- Amor, quando saí do trabalho dei carona para o meu colega, depois que chegamos no prédio onde ele mora, ele me convidou para subir e me ofereceu um drink, em seguida, ele foi para o banho e retornou com uma cueca transparente, muito linda e após vários goles acabamos indo para a cama e fizemos amor, aí dormi e acordei agora há pouco...
O marido deu um berro e falou:
- Sua mentirosa sem vergonha, estava no bar de novo jogando sinuca com aquele bando de vagabundas que você chama de amigas. Nem sabe mentir direito, até esqueceu o giz aí atrás da orelha....

Pois é, na vida, tudo é relativo: Um fio de cabelo na cabeça é pouco, na sopa é muito!

(Autor desconhecido - recebi por e-mail)

26 de fevereiro de 2011

O Sonho dos Ratos

Também recebi por e-mail... ótimo texto!

O SONHO DOS RATOS

Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma casa velha. Havia ratos de todos os tipos: gdes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade.
Mas ninguém ligava p/ as diferenças, pq todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade...
 O queijo estava imensamente longe pq entre ele e os ratos estava um gato... O gato era malvado, tinha dentes afiados e não dormia nunca. Por vezes fingia dormir. Mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse p/ fora do buraco p/ que o gato desse um pulo e, era uma vez um ratinho...Os ratos odiavam o gato.
Qto mais o odiavam mais irmãos se sentiam. O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato morresse...
Como nada pudessem fazer, reuniram-se p/ conversar. Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato e chegaram mesmo a escrever livros com a crítica filosófica dos gatos.Diziam que um dia chegaria em que os gatos seriam abolidos e todos seriam iguais. "Qdo se estabelecer a ditadura dos ratos", diziam os camundongos, "então todos serão felizes"...
- O queijo é gde o bastante p/ todos, dizia um.
- Socializaremos o queijo, dizia outro.
Todos batiam palmas e cantavam as mesmas canções.
Era comovente ver tanta fraternidade. Como seria bonito qdo o gato morresse! Sonhavam. Nos seus sonhos comiam o queijo. E qto mais o comiam, mais ele crescia. Pq esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminuem: crescem sempre. E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando: "o queijo, já!"...
Sem que ninguém pudesse explicar como, o fato é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato tinha sumido. O queijo continuava lá, mais belo do que nunca. Bastaria dar uns poucos passos p/ fora do buraco. olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era.
O gato havia desaparecido mesmo. Chegara o dia glorioso, e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria. Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum. E foi então que a transformação aconteceu.
Bastou a primeira mordida. Compreenderam, repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados. Qdo comidos, em vez de crescer, diminuem.
Assim, qto maior o número dos ratos a comer o queijo, menor o naco p/ cada um. Os ratos começaram a olhar uns p/ os outros como se fossem inimigos. Olharam, cada um p/ a boca dos outros, p/ ver qto queijo haviam comido. E os olhares se enfureceram.
Arreganharam os dentes.Esqueceram-se do gato. Eram seus próprios inimigos. A briga começou. Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato contínuo, começaram a brigar entre si.
Alguns ameaçaram a chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem. O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos:
“Qquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários p/ ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono”.
Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar esperando.Os ratinhos magros, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido.
O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo. Tinham todo o jeito do gato o olhar malvado, os dentes à mostra.
Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora. E compreenderam, então, que não havia diferença alguma. Pois todo rato que fica dono do queijo vira gato. Não é por acidente que os nomes são tão parecidos.
"Qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência!"
(Rubens Alves)
"Quase todos os homens são capazes de suportar adversidades, mas se quiser por a prova o caráter de um homem, dê-lhe PODER". (Abraham Lincoln )

24 de fevereiro de 2011

Charles Chaplin

CONTRA O PRECONCEITO

Mais um dos belos e-mails que os amigos compartilham comigo.

Contra o preconceito

Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.
'Qual o problema, senhora?', pergunta uma comissária..
'Não está vendo?' - respondeu a senhora - 'vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira'
'Por favor, acalme-se' - disse a aeromoça - 'infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível'
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
'Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar mesmo na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe'. E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:
'Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável'.
E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu: 'Portanto senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe...'
E todos os passageiros próximos, que, estupefatos assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.

'O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons...'

20 de fevereiro de 2011

O segredo das mulheres irem juntas ao banheiro

Recebi por e-mail e ri muito, vale a pena ler.

Só uma mulher consegue entender cada vírgula deste texto, mas os homens têm que ler para saber compreendê-las!!!!



Quando você TEM que ir ao banheiro público, você encontra uma fila de mulheres, que faz você pensar que  o Bradd Pitt deve estar lá dentro. Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de "estou me mijando".
Finalmente chega a sua vez, isso, se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar.
Você, então verifica cada cubículo por debaixo da porta para ver se há pernas.
Todos estão ocupados.
Finalmente, um se abre e você se lança em sua direção quase puxando a pessoa que está saindo.
Você entra e percebe que o trinco não funciona (nunca funciona); não importa... você pendura a bolsa no gancho que há na porta e se não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área.. o chão está cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali, então você a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o teu corpo, sem contar que você é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que você foi enfiando lá dentro, a maioria das quais você não usa, mas que você guarda porque nunca se sabe...
Mas, voltando à porta...
Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca "na posição".
Alívio...... AAhhhhhh.....finalmente...
Aí é quando os teus músculos começam a tremer ...
Porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.
Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça "jamais sente em um banheiro público!!!" e, assim, você mantém "a posição" com o tremor nas pernas...
E, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na tua própria bunda e molha até tuas meias!! Por sorte, não molha os sapatos. Adotar "a posição" requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, maaassss, para variar, o rolo está vazio...! Então você pede aos céus para que, nos 5 kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você pensa por um momento, mas não há opção...
E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freiá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita OCUPAAADOOOO!!!
Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abrí-la novamente (nisso, nós, as mulheres, nos respeitamos muito) e você pode procurar seu lenço sem angústia. Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e você guarda um, por via das dúvidas. Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo. É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar do soco que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas...
A lembrança de sua mãe, que estaria morrendo de vergonha se a visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público, porque, francamente, "você não sabe que doenças você pode pegar ali"
... você está exausta. Ao ficar de pé você não sente mais as pernas. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça!....
Você, então, vai à pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão. Você se lava na posição de corcunda de notre dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água... O secador, você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.
Você então sai. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, deixando tudo à mostra!
Nesse momento, você vê o seu amigo que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você.
"Por que você demorou tanto?"
pergunta o idiota.
Você se limita a responder
"A fila estava enorme"
E esta é a razão porque nós, as mulheres, vamos ao banheiro em grupo. Por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter "a posição" e a dignidade.
Obrigada a todas as amigas que já me acompanharam ao banheiro.

11 de fevereiro de 2011

É aqui junto ao chapéu

Uma musiquinha para alegrar o dia... tenho que escrever umas coisas que andam me passando pela cabeça mas ainda não deu tempo.

É Aqui Junto Ao Chapéu

Ângelo Franco
Composição: Ângelo Franco

É aqui junto ao chapéu...
É aqui junto ao chapéu que se carraga o pensar
Que se analisa o sentir e os rumos pra se tranquear
Aqui se esconde o sentido de tudo que um homem faz
E se define a vergonha que a cara pode estampar

Eu aprendi muito cedo matenando com o meu avô
Que o homem agente conhece no rastro que ele deixou
Que a história não perde nada e um dia o que se passou
Vem revelar a consciência que o sujeito carregou

O mundo tem olhos grandes não deixa nada passar
Enxerga o que agente planta e o que deixa de plantar
Um dia o fruto da alma de cada um vai vingar
Trazendo gosto à garganta conforme Deus ordenar

Eu sei que o povo gaúcho conhece a história que tem
E que o rio grande começa em cada homem de bem
Cada consciência é um caminho que pode ou não ir além
E só cuida pra aonde vai quem respeita de onde vem

Eu sei que o povo gaúcho conhece a história que tem
E que o rio grande começa em cada homem de bem
Cada consciência é um caminho que pode ou não ir além
E só cuida pra aonde vai quem respeita de onde vem

É aqui junto ao chapéu no nosso eu mais profundo
Que reside a diferença entre o seco e o fecundo
Existe larga distância entre o primeiro e o segundo
Entre os que mancham a história e os que constroem o mundo

6 de fevereiro de 2011

3 de fevereiro de 2011

HOJE É MEU ANIVERSÁRIO

Que dia legal, que Deus abençoe as pessoas iluminadas que alegraram o dia de hoje.


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Novos rumos

Simplicidade de Mãe e novos rumos no blog

Queridos leitores, eu fiquei um bom tempo afastada do blog, com muitas ideias e assuntos para escrever, mas sem tempo. Em primeiro lugar, p...

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