28 de setembro de 2013

Usando Cinto



Dicas de Gloria Kalil
 
Foi-se o tempo em que o cinto era usado para manter a calça no lugar. Hoje em dia, o acessório serve para dar uma graça a mais às produções e marcam, ou deslocam, a cintura em looks com saias, vestidos, shorts e camisas, além de ficarem muito charmosos em cima de cardigãs de lã ou algodão. Mais: não precisa nem usá-los afivelados. Um nó pode muito bem fazer as vezes de fivela.

 Para usar já, escolha os mais finos e continue usando até o ano que vem. "Não precisa se preocupar em combinar com sapato e bolsa", diz Gloria Kalil - aliás, um cinto de estampa de onça, por exemplo, é muito bem-vindo em um look monocromático em preto ou cinza.
Mas, apesar da variedade de opções de modelos e maneiras de usá-los, não é toda mulher que fica bem com o acessório: os cintos cortam a silhueta e podem ressaltar pequenas desproporções. Cada tipo físico pede uma largura e um uso diferente, olha só:

. Mulheres de tronco curto e pernas longas devem escolher cintos finos, como os da moda, e atá-los nos quadris ou um pouco acima, evitando que se perceba o pouco comprimento do corpo. 




. Já aquelas de tronco longo e perna curta, ficam bem com um cinto mais largo e marcado na cintura. Melhor ainda se usar com um da mesma cor da peça de baixo.



. Baixinhas devem evitar cintos largos que, por sua vez, devem ser explorados pelas altas. 



. Os cintos soltos são ótimos para quem tem pouco bumbum. E, acredite, também para quem tem muito bumbum. Mulheres com corpo violão não podem marcar a cintura, senão, os quadris vão parecer ainda maiores. 



. Quem tem seios grandes não fica bem com os modelos largos ou logo abaixo do busto; o corpo vai parecer mais curto.

. E, gordinhas, não tenham medo dos cintos. Um de largura média ajuda a dar forma à silhueta e afinar a cintura.


E não esqueça: independente de seu biótipo, “o que vale é parar em frente ao espelho e ver o que cai melhor com a sua silhueta, não há ninguém que conheça melhor as nossas proporções do que nós mesmas”, ensina Gloria.

24 de setembro de 2013

O Poder dos Quietos

Descobri esse livro passeando pela internet, e ao ler a sinopse e as críticas sobre ele, fiquei muito interessada.
Na página do livro no facebook há um vídeo de uma palestra da autora, com legendas em português. Assisti o vídeo e ao final só pude pensar uma coisa: Finalmente alguém está falando o que eu sempre pensei.
Eu, como introvertida que sou, concordo plenamente com o que Susan expõe na palestra.  E aplaudo de pé.
Demorou tanto para que alguém se manifestasse contra essa cultura idiota do culto ao extrovertido, de adoração àqueles que preferem o palco.Essa exigência de mudança aos que preferem não chamar atenção. Essa exigência de que você tem que sempre estar rodeado de pessoas e conversar o tempo todo.
Essa vontade maluca que as pessoas tem conversar, falar, falar, falar... não compreendo isso muito bem!
Ainda não comprei o livro, mas está na minha lista.

"Mas cometemos um erro grave ao abraçar o Ideal da Extroversão tão inconsequentemente. Algumas das nossas maiores ideias, a arte, as invenções - desde a teoria da evolução até os girassóis de Van Gogh e os computadores pessoais - vieram de pessoas quietas e cerebrais que sabiam como se comunicar com seu mundo interior e os tesouros que lá seriam encontrados. Sem introvertidos, o mundo não teria: A teoria da gravidade, A teoria da relatividade, “O segundo advento”, de W.B. Yeats, Os noturnos de Chopin, Em busca do tempo perdido, de Proust, Peter Pan 1984 e A revolução dos bichos de George Orwell, O Gato, do Dr. Seuss, Charlie Brown, A lista de Schindler, E.T. e Contatos imediatos de terceiro grau, de Steven Spielberg, O Google, Harry Potter... "
Susa Cain - O poder dos quietos

"Já na apresentação do livro, Max Gehringer, colunista e cronista do mundo corporativo, diz: “Ao buscar líderes em seus quadros, a maioria das empresas parece confundir liderança com autopromoção e exuberância”.
 (...)
O livro vai contra uma corrente que prevaleceu durante muito tempo no mundo corporativo: a aquela que prega a mudança do “eu trabalho” para o “nós trabalhamos” e que recomenda derrubar paredes, acabar com as salas individuais – algo que fez o empresário Ricardo Semler vender milhares de exemplares do livro “Virando a Própria Mesa”, nos anos 1980. Para a autora, “escritórios abertos reduzem a produtividade e enfraquecem a memória”. O excesso de estímulos impediria a aprendizagem. E vai além: reuniões de brainstorming não funcionam. "

Fonte: Edson Pinto de Almeida | Valor Econômico
Retirado de: Revista Digital




  No vídeo Susan cita 3 pontos:

1 - Parem com a loucura de trabalho em grupo constante. Precisamos mais de privacidade.
2 - Vão para a natureza. Façam como Buda e tenham suas próprias revelações. Precisamos 'desligar' e ir para dentro das nossas cabeças mais frequentemente.
3 - Olhem para dentro das vossas malas, e vejam por que possuem isso lá. (Aqui ela se refere à parte que conta que fez as malas para ir para um acampamento de férias, e as encheu de livros).

23 de setembro de 2013

SEDUÇÃO AO AMANHECER - Lisa Kleypas




O segundo livro de “Os Hataways”,  conta a história de Win e Merripen.
Como eu gostei demais de o “Desejo à Meia-Noite”, esperava ansiosa para ler “Sedução ao Amanhecer” e não me decepcionei. Estou gostando muito da escrita de Lisa Kleypas, ela constrói bem, e descreve as cenas mais quentes com profundidade e ao mesmo tempo delicadeza. É claro que essas irmãs Hataways não santas não(!), e esses ciganos são mega sedutores, mesmo sem querer, que é o caso de Merripen.
Neste livro Kev Merripen revela seu passado, e fica ainda mais bruto do que no primeiro. Win volta de uma clínica curada, linda e loira, e claro que aparece alguém para disputá-la com Merripen, e, é claro que ele fica todo desconfiado e quer matar o desgraçado.
Aqui a autora usa essa pegada de “não quero, não posso, não devo”, mas quando um encosta no outro é combustão instantânea. É esquecer tudo ao redor. E esses momentos são muito legais. Sei que esse tema é bem batido, mas acho que nesse caso, com essa escrita funcionou bem, e como eu gosto desse tipo de enredo, fiquei encantada.
Também gostei muito de continuar acompanhando a história de Amélia e Cam Rohan, e também o desenrolar do passado dos mocinhos ciganos. Aqui preciso citar essa tirada ótima de Amélia, quando sem querer, ela e Cam ouvem duas solteironas falando mal da família por causa dos ciganos:



“Amélia brincou com um botão do casaco do marido. - Eu estava só pensando... Esta noite aquelas duas galinhas velhas irão para a cama sozinhas e com frio, provavelmente. - um sorriso endiabrado despendeu os lábios de Amélia. - Enquanto isso, eu vou me deitar com um belo cigano que me manterá aquecida a noite toda.”
 
Léo, o irmão Hataway, volta nesse livro mais brincalhão e comprometido, e tem uma parte em que ele dá uma bronca em Merripen e acaba abrindo seu coração, a gente acaba por entender e justificar as atitudes anteriores dele.
Aparecem novos personagens, e os já existentes vão se encaminhando para quando chegar a hora de terem seu próprio livro. As irmãs mais novas já estão mais crescidas, e têm uma governanta para ensiná-las etiqueta, e acho que essa moça vai conquistar alguém dessa casa , ou alguém vai conquistá-la. O furão de Beatrix continua aprontando todas, o que o torna muito fofo.
Bom, tem uma parte no livro, do meio para o final, que eu quase morri do coração, é sério, quase morri mesmo. Fiquei apreensiva em continuar lendo, com medo de acontecer o que eu não gostaria que acontecesse. A autora, na minha opinião, fez uma reviravolta muito bem feita. Dá um friozinho na barriga.
No final aparece mais um personagem, deixando muitas interrogações para o próximo livro, agora é esperar ele ser lançado aqui no Brasil, “Tentação ao Por do Sol”, livro de Poppy.

Trecho de Sedução ao Amanhcer:

"- Vou voltar para você. Prometo.

Ele fingiu não ter ouvido essas últimas palavras. Cada tentativa que ela fazia para trazer à tona os sentimentos entre eles era sempre recebida com resistência de ferro. Merripen jamais admitiria que gostava dela, sempre a trataria apenas como uma pessoa frágil que precisava de sua proteção. Uma borboleta de asa quebrada.

 (...) Apesar da discrição de Merripen com relação a seus assuntos pessoais, Win tinha certeza de que várias mulheres haviam se entregado a ele e usado seu corpo para o próprio prazer. Um sentimento de desespero e fúria brotou em sua alma quando ela pensou em Merripen se deitando com outra mulher. A força de seu desejo por ele,  se revelada, chocaria todos que a conheciam. Provavelmente, chocaria ainda mais Merripen."
(...) 
"Kev a amava. Não como descreviam os romancistas e poetas. Nada tão domesticado. Amava Win além da terra, do céu ou do inferno. Cada momento longe dela era agonia; cada momento com ela era a paz que jamais conhecera. Cada toque daquelas mãos nele lhe devoravam a alma. Kev teria se matado antes de admitir tudo isso a alguém. A verdade estava enterrada fundo em seu coração."

 Bom... se tem uma música que combine com esses dois, é "Última Lembrança" composição de Luiz Menezes, e interpretada por vários artistas nativistas, mas minha preferida é na voz do Joca Martins, letra completa aqui.

"Eu hei de amar-te sempre, sempre além da vida
Eu hei de amar-te muito além do nosso adeus
Eu hei de amar-te com a esperança já extinguida
De que meus lábios possam ter os lábios teus
(...)
Eu viverei para a glória dos pesares
Aonde quase sucumbi nos teus carinhos"

Então, esse livro se enquadra neste selo:

















Sinopse:


O cigano Kev Merripen é apaixonado pela bela e bem-educada Win Hathaway desde que a família dela o salvou da morte e o acolheu, quando era apenas um menino. Com o tempo, Kev se tornou um homem forte e atraente, mas ainda se recusa a assumir seus sentimentos por medo de que sua origem obscura e seus instintos selvagens prejudiquem a delicada Win.
Ela tem a saúde fragilizada desde que contraiu escarlatina, num surto que varreu a cidade. Sua única chance de recuperação é ir à França, para um tratamento com o famoso e bem-sucedido Dr. Harrow.
Enquanto Win está fora, Kev se dedica a coordenar os trabalhos de reconstrução da propriedade da família, em Hampshire, transformando-se num respeitável administrador, mas também num homem ainda mais contido e severo.
Anos depois, Win retorna, restabelecida, mais bonita do que nunca...e acompanhada por seu médico, um cavalheiro sedutor que demonstra um óbvio interesse por ela e desperta o ciúme arrebatado de Kev.
Será que Win conseguirá enxergar por baixo da couraça de Kev o homem que um dia conheceu e tanto admirou? E será que o teimoso cigano terá coragem de confrontar um perigoso segredo do passado para não perder a mulher da sua vida?

Novos rumos

Simplicidade de Mãe e novos rumos no blog

Queridos leitores, eu fiquei um bom tempo afastada do blog, com muitas ideias e assuntos para escrever, mas sem tempo. Em primeiro lugar, p...

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