22 de abril de 2009

Especial Leopoldo

Esse aí das fotos é o Léo ... Léo de Leopoldo! do filme Kate e Leopoldo, rsrsrsrs
O Léo foi o único filhote que sobreviveu de uma ninhada da Pitucha, a gata da minha mãe. Então convenci meu marido de levar o Léo pra morar conosco. No começo levamos ele e a Pitucha para se adaptar e eles ficavam o tempo todo embaixo da geladeira. Então uns três dias depois devolvemos a Pitucha pra casa e ele ficou sozinho conosco, não demorou muito pra se acostumar, com muito carinho e atenção o Léo foi se adaptando, saiu de trás da geladeira para brincar com as bolinhas de papel e com fiozinhos de linha, e no primeiro dia aprendeu a ir na caixinha de areia, ele nunca fez sujeira em casa, sempre usou a caixinha. Por ser muito pequeninho quando ia dormir ligava o "motorzinho" e mamava no cobertor ou em um ursinho de pelúcia que eu tinha.
Mas eu e o marido tinhámos trabalho e faculdade e não era justo deixar o Léo sozinho na maior parte do tempo, pensamos na possibilidade de adotar mais um, mas havia dúvidas: será que vai ficar muito caro manter dois gatos? será que eles vão se acostumar? será que nós vamos nos acostumar com eles? e a alergia do marido?
Até então estavámos pensando e não decidimos nada, até que um belo sábado o marido chega com uma caixinha de papelão e dentro dela... uma gatinha bem 'pititica', preto com branco e medrosa! O marido foi logo justificando que o vizinho da mãe dele cuidava da gata adulta na oficina, mas não poderia cuidar da pequena então o marido com pena pegou ela e levou para ser irmãzinha do Léo. Demos o nome de Lia.
Quando apresentamos os dois foi Fuzzzzzz pra todo lado, rsrsrs, Cuidei dela com carinho, arrumei uma caminha, enfim tentei mostrar que agora ela estava em sua nova casa, mas ela sempre medrosa. Naquela noite acordei com um miadinho ao longe, o Léo estava dormindo nos pés da cama, levantei pra procurar a pequena guiada pelo miado e encontrei ela no cantinho do guarda-roupas, onde eu guardava um colchão de acampamento dobrado, pois ela tava ali no meio do colchão, não sei como ela chegou lá!
Enfim com muito carinho os dois foram ficando amigos, começaram a brincar juntos, dormir juntinhos e hoje é um grude só.
As fotos são só do Léo, amanhã ou outro dia, posto dó da Lia que virou Lilica!
















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